Vacinação contra pólio começa esta sexta-feira

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A segunda ronda da campanha de vacinação contra a poliomielite começa, nesta sexta-feira, 13, em 10 províncias do país.

Trata-se das províncias de Luanda, Bengo, Bié, Cuanza Sul, Huambo, Huíla, Lunda Norte, Lunda Sul, Malanje e Moxico, numa campanha que termina dia 15, domingo, com o intuito de imunizar crianças do zero aos cinco anos.

A província de Luanda espera, nesta fase, vacinar um milhão e 600 mil crianças, tendo mobilizado 22 mil técnicos para trabalharem na campanha, com o apoio das Forças Armadas Angolanas, Polícia Nacional e Serviço de Protecção Civil e Bombeiros.  

Já na província do Bengo as autoridades sanitárias prevêem imunizar 86 mil 281 crianças dos zero aos cinco anos de idade, contando, para o efeito, com  101 mil e 850 doses de vacinas.

Estão mobilizadas  291 equipas móveis e fixais, compostas por três elementos cada, envolvendo mais de 900 brigadistas, entre vacinadores, supervisores, mobilizadores, registadores e coordenadores, efectivos das forças armadas angolanas (FAA) e da polícia nacional (PN).

A directora do Programa Alargado de Vacinação, Alda de Sousa, disse que a meta desta campanha é voltar a erradicar a poliomielite em Angola, uma situação que passou a constituir prioridade do Executivo, num período de seis meses.

Esta camanha acontece em virtude do registo, em Outurbro passado, de 44 casos nas províncias de Benguela, Bié, Cuanza Sul, Huambo, Luanda, Huíla, Lunda Norte, Lunda Sul, Malanje e Moxico.

Angola não registava casos de poliomielite desde Dezembro de 2015.

Dados provisórios indicam que durante a última campanha realizada de 15 a 17 de Novembro, nas províncias de Luanda, Bengo, Benguela, Huambo e Cuanza Norte, foram imunizadas mais de dois milhões de petizes menores de cinco anos.

A poliomielite é uma doença contagiosa causada por um vírus que ataca o sistema nervoso e pode provocar paralisia das pernas e dos braços.

A doença é transmitida quando o vírus da pólio (encontra-se nas fezes de uma pessoa doente) entra na boca de uma criança, por meio da água, alimentos ou mãos sujas.

Fonte: Angop/LD

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