Trump ordena intervenção do exército em Kenosha, ao 3.º dia de protestos

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Os protestos contra a violência policial intensificaram-se em Kenosha, no Wisconsin, a partir de domingo, quando um homem de 29 anos foi alvejado sete vezes nas costas, por um polícia. Na terça-feira, duas pessoas morreram e uma ficou ferida.

Donald Trump anunciou que irá enviar a Guarda Nacional norte-americana esta quarta-feira para a cidade de Kenosha, no estado de Wisconsin, que conta hoje o terceiro dia consecutivo de protestos contra a violência policial, depois de um afro-americano ter sido baleado sete vezes por um polícia, em frente aos filhos.

“Não vamos tolerar pilhagens, incêndios, violência e anarquia nas ruas da América”, indicou o presidente norte-americano, através do Twitter, onde explicou que falou por telefone com, Tony Evers, governador do estado do Wisconsin e que ele aceitou “ajuda federal”.

“Hoje, enviarei autoridades federais e a Guarda Nacional para Kenosha, Wisconsin, para restaurar a lei e a ordem”, completou o líder republicano.

Tony Evers, governador democrata, confirmou, pouco depois, que foi autorizado o destacamento de 500 elementos da Guarda Nacional do Exército, para apoiar as forças de autoridade locais. Nas redes sociais, Evers estendeu condolências aos familiares das vítimas dos protestos e condenou a violência “contra qualquer pessoa”, indicando que já foi feita uma detenção com relação às mortes ocorridas nos protestos de terça-feira.

Apoiando o direito à manifestação, o governador apelou a que esta seja realizada “de forma pacífica e em segurança”.

Jacob Blake, de 29 anos de idade, foi alvejado sete vezes nas costas, no domingo, quando caminhava para o carro, onde estavam os seus filhos, que assistiram a todo o incidente.

Fonte: NM/LD

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