Restos mortais do jornalista “Aleluia” chegam a Luanda

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Os restos mortais do jornalista António Ferreira Gonçalves “Aleluia” chegam esta manhã a Luanda, provenientes de Lisboa, Portugal, país onde faleceu a 4 deste mês, vítima de doença. “Aleluia” vai a sepultar, na manhã de sexta-feira, no cemitério de Sant’Ana, em Luanda.

Quadro com 41 anos de serviço na Edições Novembro, empresa proprietária do Jornal de Angola, António Ferreira Gonçalves “Aleluia” encontrava-se em Lisboa, há já alguns meses, em tratamento médico.



Vencedor da nona edição do Prémio Nacional de Jornalismo em Dezembro de 2015, na categoria de Imprensa, Aleluia entrou para o quadro efectivo do Jornal de Angola em 1979, tendo neste período se destacado na cobertura de eventos desportivos no país e no estrangeiro.



O destaque vai para as coberturas de Jogos Olímpicos, campeonatos do Mundo de Futebol, Basquetebol, Andebol, assim como de várias provas africanas nestas modalidades.



Além de ter sido o primeiro chefe de Redacção do Jornal dos Desportos, título do qual foi um dos promotores para o seu surgimento, em 1994, Aleluia exerceu, entre outras funções, a de administrador executivo para Publicidade e Marketing, assim como a de director desta mesma área e de Artes Gráficas.



António Ferreira Gonçalves “Aleluia”, nascido aos 16 de Abril de 1960, em Luanda, foi, ainda, membro fundador da Associação de Imprensa Desportiva Angolana (AIDA), assumindo o cargo de presidente da instituição em 1998, em substituição de Manuel Madureira, depois de no ano anterior ter sido vice-presidente.



Em 2017 integrou a Associação Africana de Imprensa Desportiva, guindando a AIDA para a AIPS-mundo (sigla em francês).

JA

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