Responsáveis de igrejas ilegais serão responsabilizados

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Os responsáveis de igrejas ilegais encerradas no âmbito da “operação resgate” e que continuam a realizar cultos clandestinos serão responsabilizados criminalmente afirmou hoje (quarta-feira), a administradora municipal de Lucapa, Maria Muagita.

A “Operação Resgate”, iniciada em Dezembro de 2018, visa o combate a criminalidade, a imigração ilegal, as transgressões administrativas e outras situações que influenciam negativamente a segurança pública.
Nesse âmbito foram encerradas mais 30 igrejas ilegais e por cultuarem em locais impróprios no município de Lucapa.
Recentemente foram feitas várias denúncias de igrejas e/ou seitas religiosas, encerradas no âmbito da “operação resgate” por não ilegalidade e cultuarem em locais sem condições, que continuam a realizar cultos no período nocturno.
Fruto destas denúncias, segundo a administradora que falava à imprensa a propósito do assunto, foi criada uma equipa multissectorial, para num esforço conjunto com as autoridades policiais combater tais práticas e responsabilizar os responsáveis de tais igrejas ou seitas.
O comando municipal da Polícia Nacional reforçou o patrulhamento nos bairros onde ocorreram as denúncias, sobretudo no período nocturno.
Maria Muagita aconselha os responsáveis destas igrejas a colaborarem com o Estado, legalizando e construindo instalações que conferem dignidade aos crentes.
Pede igualmente apoio das igrejas reconhecidas no combate a proliferação de seitas e cultos clandestinos, através de denúncias e sensibilização da população, por formas a não aderirem a estes locais.
O município do Lucapa tem três comunas e uma população estimada em 154.305 habitantes.

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