Residentes na África do Sul pedem repatriamento urgente

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Os angolanos retidos na África do Sul por força do Estado de Emergência, decorrente do novo coronavírus, solicitaram ontem o repatriamento urgente, devido ao esgotamento de todos os recursos de sobrevivência.

O pedido foi feito ontem, durante um encontro com Filomena Delgado, embaixadora extraordinária e plenipotenciária da República de Angola na África do Sul. O encontro, que reuniu representantes dos estudantes, das comunidades e do grupo de angolanos retidos na África do Sul, contou também com a presença do vice-cônsul-geral de Angola em Joanesburgo, Nuno Benguela.

Os representantes das comunidades angolanas informaram à embaixadora Filomena Delgado que a sua condição económica e social é insustentável depois de 83 dias de cumprimento do Estado de Emergência naquele país.

As dificuldades apresentadas vão desde as dificuldades de aquisição de bens alimentares, incumprimentos no pagamento de rendas, contas bancárias bloqueadas por caducidade de vistos e falta de remessas financeiras.

Depois de ouvir as preocupações dos cidadãos, Filomena Delgado garantiu que os Ministérios das Relações Exteriores, da Saúde e a Comissão Multissectorial para a Covid-19, têm consciência da situação dos angolanos na África do Sul e que, no momento oportuno, “poderão definir as formas, métodos e critérios de regresso ao país”. 

A Embaixada de Angola em Pretória tem registados mais de 600 cidadãos que manifestaram vontade de regressar ao país.

Neste momento, não há angolanos afectados pela Covid-19. O primeiro caso da doença na África do Sul foi declarado no dia 5 de Março.

Dos 76.334 casos positivos da Covid-19 registados na África do Sul, 1.625 resultaram em mortes e 42.063 pessoas recuperadas. Com mais de 32.646 casos activos, o epicentro está na província de Cabo Ocidental, com 45.357 casos positivos, seguida por Gauteng (onde se situam as cidades de Pretória e Joanesburgo) com 13.023 e do Cabo Oriental com 11.039.
Até ao momento, a África do Sul já realizou cerca de 1.173.000 testes à Covid-19.

O pedido foi feito ontem, durante um encontro com Filomena Delgado, embaixadora extraordinária e plenipotenciária da República de Angola na África do Sul. O encontro, que reuniu representantes dos estudantes, das comunidades e do grupo de angolanos retidos na África do Sul, contou também com a presença do vice-cônsul-geral de Angola em Joanesburgo, Nuno Benguela.



Os representantes das comunidades angolanas informaram à embaixadora Filomena Delgado que a sua condição económica e social é insustentável depois de 83 dias de cumprimento do Estado de Emergência naquele país.

As dificuldades apresentadas vão desde as dificuldades de aquisição de bens alimentares, incumprimentos no pagamento de rendas, contas bancárias bloqueadas por caducidade de vistos e falta de remessas financeiras.



Depois de ouvir as preocupações dos cidadãos, Filomena Delgado garantiu que os Ministérios das Relações Exteriores, da Saúde e a Comissão Multissectorial para a Covid-19, têm consciência da situação dos angolanos na África do Sul e que, no momento oportuno, “poderão definir as formas, métodos e critérios de regresso ao país”. 

A Embaixada de Angola em Pretória tem registados mais de 600 cidadãos que manifestaram vontade de regressar ao país. Neste momento, não há angolanos afectados pela Covid-19. O primeiro caso da doença na África do Sul foi declarado no dia 5 de Março.

Dos 76.334 casos positivos da Covid-19 registados na África do Sul, 1.625 resultaram em mortes e 42.063 pessoas recuperadas. Com mais de 32.646 casos activos, o epicentro está na província de Cabo Ocidental, com 45.357 casos positivos, seguida por Gauteng (onde se situam as cidades de Pretória e Joanesburgo) com 13.023 e do Cabo Oriental com 11.039.
Até ao momento, a África do Sul já realizou cerca de 1.173.000 testes à Covid-19.

Fonte:JA/LA

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