País reforça a população bovina com gado proveniente do Chade

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Angola começou a receber ontem, a partir do Porto de Luanda, o primeiro lote de um conjunto de 75 mil cabeças de gado bovino com que o Chade se comprometeu liquidar uma dívida ao país de cem milhões de dólares, datada de 2017.
Os primeiros animais, mais de mil cabeças, foram ontem descarregados no Porto de Luanda e entregues ao Ministério da Agricultura.
O navio LSS FUCCSS, com a matrícula IN06927092, que transportou o gado, segundo apurou o Jornal de Angola, volta a escalar Luanda dentro de cinco dias para trazer mais animais, operação que se repetirá ao longo deste mês, até completar 4.500 efectivos bovinos previstos para a primeira fase.
No quadro das boas relações entre os dois Estados, o Chade comprometeu-se fornecer a Angola, num período de 10 anos, 75 mil cabeças de gado, a título de pagamento de uma dívida 100 milhões de dólares.
A proposta do Chade, país com um potencial pecuário responsável por mais de 50 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), surgiu numa altura em que Angola procurava soluções para o repovoamento de gado do chamado Planalto de Camabatela, que envolve as províncias do Cuanza-Norte, Uíge e Malanje.
Fechado o negócio, Angola definiu como destino prioritário do gado do Chade as províncias do Uíge, Cuanza-Norte e Malanje, para onde o Instituto do Serviço de Veterinária do Ministério da Agricultura e Florestas enviou, no mês passado, uma equipa técnica para avaliar as condições zoo-sanitárias das fazendas que vão receber os animais.
O levantamento, que consistiu na extracção de sangue, fezes, urina e carraças do gado existente na região, para testes laboratoriais na província do Huambo, visou identificar os tipos de doenças que afectam a população animal na região.
“Com este exercício, queremos fazer um mapeamento das principais patologias que enfermam o gado a nível das três províncias que compõem o Planalto de Camabatela (Cuanza Norte, Malanje e Uíge), de modo a que se faça uma excelente recepção das 75 mil cabeças de gado que vêm da República do Chade”, afirmou, na ocasião um responsável do ISV.
Planalto de Camabatela conta com uma área de um milhão e 410 mil hectares e compreende os municípios de Ambaca e Samba Caju (Cuanza-Norte), Cacuso, Calandula e Cahombo (Malanje), Negage, Puri, Bungo, Alto Cawale, Cangola e Damba, província do Uíge.
Ainda no quadro da preparação das condições para a recepção do gado proveniente do Chade, o ministro da Agricultura e Florestas visitou, no último dia 6, a unidade de quarentena de animais no projecto agrícola da Quiminha, arredores de Luanda.Angola começou a receber ontem, a partir do Porto de Luanda, o primeiro lote de um conjunto de 75 mil cabeças de gado bovino com que o Chade se comprometeu liquidar uma dívida ao país de cem milhões de dólares, datada de 2017.
Os primeiros animais, mais de mil cabeças, foram ontem descarregados no Porto de Luanda e entregues ao Ministério da Agricultura.
O navio LSS FUCCSS, com a matrícula IN06927092, que transportou o gado, segundo apurou o Jornal de Angola, volta a escalar Luanda dentro de cinco dias para trazer mais animais, operação que se repetirá ao longo deste mês, até completar 4.500 efectivos bovinos previstos para a primeira fase.
No quadro das boas relações entre os dois Estados, o Chade comprometeu-se fornecer a Angola, num período de 10 anos, 75 mil cabeças de gado, a título de pagamento de uma dívida 100 milhões de dólares.
A proposta do Chade, país com um potencial pecuário responsável por mais de 50 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), surgiu numa altura em que Angola procurava soluções para o repovoamento de gado do chamado Planalto de Camabatela, que envolve as províncias do Cuanza-Norte, Uíge e Malanje.
Fechado o negócio, Angola definiu como destino prioritário do gado do Chade as províncias do Uíge, Cuanza-Norte e Malanje, para onde o Instituto do Serviço de Veterinária do Ministério da Agricultura e Florestas enviou, no mês passado, uma equipa técnica para avaliar as condições zoo-sanitárias das fazendas que vão receber os animais.
O levantamento, que consistiu na extracção de sangue, fezes, urina e carraças do gado existente na região, para testes laboratoriais na província do Huambo, visou identificar os tipos de doenças que afectam a população animal na região.
“Com este exercício, queremos fazer um mapeamento das principais patologias que enfermam o gado a nível das três províncias que compõem o Planalto de Camabatela (Cuanza Norte, Malanje e Uíge), de modo a que se faça uma excelente recepção das 75 mil cabeças de gado que vêm da República do Chade”, afirmou, na ocasião um responsável do ISV.
Planalto de Camabatela conta com uma área de um milhão e 410 mil hectares e compreende os municípios de Ambaca e Samba Caju (Cuanza-Norte), Cacuso, Calandula e Cahombo (Malanje), Negage, Puri, Bungo, Alto Cawale, Cangola e Damba, província do Uíge.
Ainda no quadro da preparação das condições para a recepção do gado proveniente do Chade, o ministro da Agricultura e Florestas visitou, no último dia 6, a unidade de quarentena de animais no projecto agrícola da Quiminha, arredores de Luanda.

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