Obra e vida de Uanhenga Xitu no Instituto Camões

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O trabalho feito por Uanhenga Xitu em prol da preservação dos costumes da tradição oral, descritos em muitos dos livros publicados, são recordados hoje, às 10h00, no Instituto Camões – Centro Cultural Português, em Luanda, em mais uma edição do projecto “Escritor do Mês”.

O autor, que é o homenageado da 22ª edição do projecto, volta a ser recordado no dia 25, às 10h00, ainda no Instituto Camões, como forma de passar e recordar aos jovens o legado deixado pelo criador de “Vozes na Sanzala” e “Os Discursos do Mestre Tamoda”.
O projecto foi criado pelo Camões como forma de promover a leitura e divulgar os autores de língua portuguesa. Para tal, foi instituído um “Núcleo de Leitura”, com tarefa de revisitar alguns autores consagrados da lusofonia, com o apoio de jovens, sobretudo, estudantes universitários e pré-universitários.
Uanhenga Xitu é o nome do ficcionista angolano, Agostinho André Mendes de Carvalho, nascido em Calomboloca, Icolo e Bengo, a 29 de Agosto de 1924. Era enfermeiro de profissão. Militante do MPLA, foi preso pela Polícia Política Portuguesa (PIDE) em 1959, por actividades políticas, que visavam a independência de Angola e, de 1962 a 1970, esteve preso no campo de concentração do Tarrafal em Cabo Verde.
O escritor faleceu em Luanda, a 13 de Fevereiro de 2014, por motivos de doença. Ao longo da vida publicou livros como “Meu Discurso”, “Bola Com Feitiço”, “Manana”, “Os Sobreviventes da Máquina Colonial Depõem”, “O Ministro” e “Cultos Especiais.

Fonte: JA/BA

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