Mulher desenvolveu doença que pode matá-la se ela olhar para a esquerda

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RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ela vivia normalmente até 2017, quando contraiu a doença
  • Virar para o lado errado pode causar uma ‘decapitação interna’

A inglesa Rachel Pighills, hoje com 33 anos, vivia uma vida saudável até 2017. Na época, estava noiva e sua filha tinha 10 anos de idade. Tudo mudou quando ela começou a tomar um remédio para tratar seu sistema imunológico hiperativo: hoje, ela não pode olhar para os lados sem colocar sua vida em risco.

Em entrevista à BBC, ela explicou que tem uma série de doenças que afetam a região da medula espinhal e cabeça. Uma delas é a invaginação ou impressão basilar – seu pescoço não tem força para segurar a cabeça, o que faz com que o crânio afunde sobre a coluna vertebral e pressione o tronco cerebral.

O colar cervical impede que ela se vire e segura a cabeça no lugar – mas ela só pode usá-lo durante quatro horas do dia, para não perder ainda mais massa muscular. A doença é curável através de uma cirurgia que apenas três médicos no mundo todo realizam. A operação custa US$ 174 mil, ou cerca de R$ 700 mil. Outro agravante: nenhum dos cirurgiões está no Reino Unido. Rachel pretende viajar até a Espanha em busca do tratamento, mas o voo para Barcelona a deixa “absolutamente aterrorizada”.

Em 2017, após começar a tomar o remédio para tratar o distúrbio que causa hiperatividade no sistema imunológico, passou a vomitar com frequência e perdeu 38 kg em seis semanas. Ela acreditava que esses sintomas eram consequência do estresse, já que o dia de seu casamento estava próximo.

A princípio, os médicos acreditaram se tratar de um tumor no cérebro, mas a hipótese foi descartada com exames. Desde então, ela já foi diagnosticada com doença de Addison, que impede o corpo de produzir hormônios suficientes, síndrome de taquicardia postural ortostática, que é um aumento de frequência cardíaca quando ela fica em pé ou se senta, malformação de Chiari, que faz o tecido cerebral se estender para a medula, platybasia, que é um achatamento anormal na base do crânio e, finalmente, invaginação basilar.

A suspeita dos médicos é que todas essas doenças podem ter sido causadas por um distúrbio no tecido conjuntivo, já que a taxa de colágeno no corpo de Rachel está menor do que o normal.

Fonte: YAHOO/BA

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