Mais 263 casos, quatro recuperados e três óbitos

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Angola registou, nas últimas vinte e quatro horas, 263 novos casos positivos, três óbitos e quatro recuperados da Covid-19. De acordo com o boletim epidemiológico da Direcção Nacional de Saúde Pública (DNSP), duas mortes ocorreram nas províncias do Cuando Cubango e outra na Huíla. Trata-se de cidadãos angolanos, com idades entre 31 e 60 anos.

Dos 263 novos contágios, 158 foram reportados em Luanda.  Cuando Cubango registou 50 casos , Huíla (30), Cabinda (10), Zaire (seis), Huambo (cinco), Cuanza Sul (três) e Malanje (um).
Os infectados têm idades compreendidas entre  um e 80 anos, sendo 173 masculinos e 90 femininos.
O boletim epidemiológico informa ainda que nas últimas 24 horas foram recuperados quatro doentes, com idades compreendidas entre 34 e 65 anos, todos masculinos.

No total, foram processadas 1.959 amostras por RT-PCR, contabilizando 523.376, desde o surgimento das primeiras infecções no país , em Março do ano passado, perfazendo uma taxa de positividade de 5, 5 por cento.
No âmbito do controlo sanitário nos pontos de entrada e saída de Luanda, única região com transmissão comunitária das variantes inglesa e sul-africana, foram testadas 682 pessoas.

O quadro epidemiológico actual da pandemia em Angola indica um total de 28.740 casos confirmados, dos quais 24.717 recuperados, 633 mortes e 3.390 casos activos.
De acordo com as autoridades sanitárias, do total de activos, 17 estão em estado crítico, 32 graves, 125 moderados, 85 leves e 3.131 assintomáticos.

Nas unidades de tratamento da Covid-19, em todo o território nacional, estão internados 253 doentes. A quarentena institucional controla 56 pessoas, enquanto 1. 536 contactos são vigiados.
Em função do aumento do número de casos, o Governo decidiu reforçar as medidas de controlo e prevenção, no âmbito da Situação de Calamidade Pública.

Uma das medidas tem a ver com maior controlo na cerca sanitária de Luanda. As entradas e saídas estão agora interditas mesmo para os cidadãos que se apresentam com testes negativos para a Covid-19.
Em relação ao regime laboral, o Executivo decidiu recuar na força permitida para trabalho presencial. Os serviços públicos e privados na província de Luanda são agora obrigados a ter o máximo de 50 por cento dos trabalhadores em regime presencial (era 75 por cento). Nas restantes províncias, o limite mantém-se em 75 por cento.

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