Julgamento do general Zé Maria retoma no dia 23

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Ontem, terceiro dia do julgamento, foi feita a leitura e correcção da acta da sessão anterior.Estava prevista a audição de três declarantes, o que não veio a acontecer, por a correcção da acta ter consumido bastante tempo.

No dia em que o general José Maria foi pela primeira vez ouvido em Tribunal, os advogados de defesa pediram a detenção imediata do declarante Carlos Filipe, acusando-o de prestar falsas declarações. O Supremo Tribunal Militar indeferiu o pedido por concluir que não se tratou de falsas declarações.

José Maria declarou que não teve autorização das Forças Armadas Angolanas (FAA) para retirar os documentos referentes à batalha do Cuito Cuanavale e levá-los para casa.
O general garantiu que os documentos que se encontravam em sua posse não influenciam em nada a tomada de decisão, planificação e táctica operativa das Forças Armadas.

José Maria admitiu que os documentos apreendidos pela Procuradoria Militar foram encontrados na FESA e nas suas residências na Praia do Bispo, Alvalade e Nova Vida e na repartição dos transportes do SISM.

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