Jovem Edna Bessa foi ontem a enterrar

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Os restos mortais de Edna Bessa, 27 anos, supostamente atropelada mortalmente, domingo à noite, pelo ex-namorado, na Rua dos Generais, bairro do Morro Bento, Distrito Urbano da Maianga, foram a enterrar, ontem, no Cemitério do Benfica, em Luanda, num ambiente de profunda dor e consternação.

Nem mesmo a pandemia da Covid-19 inibiu centenas de familiares, amigos, vizinhos, colegas e desconhecidos de acompanharem a malograda até à última morada, o que deixou o bairro onde viveu paralisado e os utentes das ruas em sentido, no momento em que passava o cortejo fúnebre. À chegada ao Cemitério do Benfica, um grupo de jovens, constituído por amigos e familiares, exibia cartazes e panfletos a clamar por Justiça, quando se sabe que o suposto autor do atropelamento que causou a morte da malograda não está detido, pagou uma caução e deverá responder pelo caso em liberdade.

Milton da Costa , tio da vítima, explicou que foi constituído um advogado que está a acompanhar todo o processo até chegar a Tribunal.
No elogio fúnebre, lido por um familiar, foi ressaltada as qualidades humanas da jovem Edna Bessa, que viu o sonho de ser empresária esfumado, devido à morte prematura ocorrida na sequência de atropelamento, supostamente provocado pelo ex-namorado, um homem de 59 anos, alegadamente por questões passionais.

Edna Patrícia Gomes Vieira Bessa, mais conhecida por “Bujona”, que deixa um filho de 9 anos, nasceu na Maianga, em Luanda. Até à altura da sua morte frequentava o terceiro ano do curso de Gestão de Recursos Humanos, na Universidade Gregório Semedo.
Participou em vários concursos de beleza entre eles o Miss Maianga, Miss Malanje e Miss Garota Simpatia e chegou a gravar duas músicas. Nos últimos dias, esteve envolvida em acções de carácter humanitário, distribuindo cestas básicas e apoio moral a diversos centros de acolhimento da província de Luanda.

Fonte: JA

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