Hospital do Lobito com dificuldades para incinerar resíduos

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Há quatro meses que o Hospital Regional do Lobito, província de Benguela, está com dificuldades para tratar os resíduos hospitalares, devido a uma avaria no sistema eléctrico da incineradora.

Em função da avaria, a incineradora do referido hospital está a trabalhar manualmente e muito abaixo da sua capacidade de absorção de 56 quilos de resíduos hospitalares, como seringas, sistemas de aplicação de soros, placentas, entre outros.

A trabalhar em pleno, por exemplo, a máquina atinge temperaturas acima de 1000 graus célsius, através da combustão accionada por um tanque de 1500 litros de gasóleo, passando por processo de evaporização.

Em declarações à Angop, o director de enfermagem do Hospital Regional do Lobito, Alberto Saquessongo, confirmou as dificuldades em termos de tratamento de material hospitalar.

Avançou que  a máquina carece de uma revisão geral para que volte a funcionar no pleno da sua capacidade de absorção de 56 quilos de resíduos.

Infelizmente, frisou, o engenheiro que faz a manutenção do equipamento encontra-se fora do país, factor que condiciona, por enquanto, a reparação da avaria detectada no sistema eléctrico.

Para não parar os trabalhos de incineração, referiu, os operadores vêm-se obrigados a colocar no forno os diversos resíduos hospitalares e a atear fogo manualmente.

A funcionar há mais de 10 anos no Hospital Regional do Lobito, a incineradora trata, também, resíduos provenientes da Maternidade, Pediatria e da Delegação Municipal de Saúde.

Angop

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