Governo promove ambiente para a liberdade de expressão

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O Executivo angolano está firmemente empenhado na promoção de um ambiente político favorável que propicie a elevação indispensável da liberdade de expressão e de informação, garantiu o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem.

Numa mensagem por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se assinala amanhã, Manuel Homem acrescenta que o Governo promove, igualmente, a exequibilidade da missão da comunicação social na sociedade angolana, dentro dos princípios universalmente aceites, alicerçados em valores e acções que dignifiquem a classe.

O ministro garante que o Estado angolano reconhece o papel imprescindível que a comunicação social assume na defesa e na preservação do Estado Democrático de Direito. Este papel, disse, é ainda mais relevante numa altura em que a Nação é chamada a empreender acções de diversificação da economia, transparência, combate à corrupção e melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

“Felicito os órgãos de comunicação social públicos e privados e a dedicação especial dos jornalistas e quadros do sector pelo trabalho que desenvolvem na prevenção e combate à Covid-19”, lê-se na mensagem. Manuel Homem ressalta que a celebração do 27º aniversário da proclamação do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa constitui um momento de reflexão, quer para a sociedade quer para os jornalistas.

“A liberdade de imprensa indica a saúde democrática e de transparência para a sociedade, que muito contribui para o exercício responsável e comprometido da actividade jornalística, associada à pluralidade de opinião”, considera. O ministro da Comunicação Social diz associar-se à celebração da efeméride e reitera o seu empenho em prosseguir com as acções em prol do fortalecimento do sector, cuja missão, na sua óptica, favorece o exercício da cidadania e reforça a vitalidade da democracia no país.

“Caros jornalistas, num momento em que o mundo se une no combate à pandemia da Covid-19, o lema deste ano, escolhido pela UNESCO – ‘Jornalismo sem medo ou favor’ – deve levar os jornalistas e demais comunicadores ao comprometimento com a verdade, evitando, assim, uma segunda pandemia de desinformação”, sublinha Manuel Homem.

JA

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