Gigantes tecnológicas aliam-se para combater abuso infantil

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Google, Facebook, Microsoft, Roblox, Snap e Twitter aliaram-se a entidades governamentais dos EUA, Austrália, Canadá, Nova Zelândia e Reino Unido para desenvolver um guia de combate ao abuso infantil praticado na Internet

Google, Facebook, Microsoft, Roblox, Snap e Twitter aliaram-se a entidades governamentais dos EUA, Austrália, Canadá, Nova Zelândia e Reino Unido para desenvolver um guia de combate ao abuso infantil praticado na Internet

As empresas tecnológicas que ajudaram a redigir o manual de boas práticas concordaram em ajudar a combater a epidemia de abusos sexuais infantis perpetrados na Internet. O documento intitulado Voluntary Principles to Counter Online Child Sexual Exploitation and Abuse refere 11 princípios em temas como resposta a ameaças crescentes ou prevenção de pesquisas de conteúdos relacionados com o abuso sexual infantil, entre outros.

O objetivo das instituições públicas como o Departamento de Justiça dos EUA passa por ter princípios flexíveis o suficiente para assegurar a implementação efetiva. As autoridades pretendem que os princípios desencadeiem ações coletivas por parte da indústria para parar um dos crimes mais horríveis que afeta alguns dos membros mais vulneráveis da sociedade, cita o Engadget.

Fora deste texto fica o tema da encriptação, que já colocou muitas vezes as empresas desta indústria contra as forças da autoridade. O documento tenta fornecer orientação sobre a forma de tratar os sobreviventes deste tipo de abusos e como devem ser protegidas algumas funcionalidades como o live streaming. A coligação de empresas comprometeu-se dizendo “Nós apoiamos estes princípios e vamos trabalhar com os membros para os publicitar e para redobrar os esforços para juntar a indústria e promover a transparência, partilha de experiência e acelerar as novas tecnologias de combate à exploração sexual e abuso infantil online (…) na aplicação destes princípios, as empresas vão ter em consideração limitações tecnológicas, de recursos disponíveis e considerações legais e de privacidade”.

Recorde-se que este não é o único esforço das tecnológicas para combater o flagelo: recentemente, o Facebook colocou os algoritmos de identificação deste tipo de conteúdos no repositório de código aberto GitHub e a Microsoft partilhou também dados sobre as ferramentas de revisão de conteúdos como conversas de chat.

Fonte: Exame Informática/BA

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