EUA acusam mais três guarda-costas do Presidente turco por incidentes

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Os três acusados agora foram identificados pelos nomes de Muhsin Kose, Yusuf Ayar e Harrettin Eren.

Os guarda-costas e agentes de segurança do Presidente turco foram identificados em vídeos, precisou o chefe da polícia da capital dos Estados Unidos, Peter Newsham, em junho, um mês depois dos distúrbios.

São acusados de estarem envolvidos nas violências ocorridas em 16 de maio diante da residência do embaixador da Turquia, onde o chefe de Estado turco se deslocou após o seu encontro na Casa Branca com o Presidente norte-americano, Donald Trump.

Newsham tinha qualificado a rixa entre os partidários de Erdogan e os manifestantes curdos de “ataque brutal contra manifestantes pacíficos”. Os confrontos causaram 12 feridos, entre os quais um polícia.

Segundo os testemunhos e vídeos, agentes de segurança turcos agrediram os manifestantes pacíficos, batendo-lhes mesmo quando já estavam caídos.

“A intervenção da polícia era arriscada porque havia pessoas com armas de fogo”, sublinhou o chefe da polícia na altura.

Após os acontecimentos, o senador norte-americano John McCain pediu a expulsão do embaixador da Turquia nos Estados Unidos.

“Não estamos na Turquia ou num país do terceiro mundo”, declarou McCain à cadeia televisiva MSNBC alguns dias depois do sucedido, acrescentando que “este género de situações não pode ficar sem resposta diplomática”.

Fonte: NM/BA

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