COVID-19: Enfermeiros reformados reforçam unidades sanitárias

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Dez enfermeiros reformados reforçam a equipa criada para prestar assistência aos pacientes na Lunda Norte, anunciou, nesta quarta-feira, a porta-voz da Comissão Multissectorial Provincial de Resposta à COVID-19, Filomena Simão.

Em declarações à Angop, a responsável avançou que os enfermeiros passaram antes por um exame médico para se apurar o seu estado de saúde, sobretudo se são portadores de tuberculose, hipertensão arterial, VIH/Sida e de sintomas compatíveis ao coronavírus.

Para a próxima semana, adiantou, está prevista uma acção formativa sobre gestão de casos positivos, recolha de amostras, manuseio dos ventiladores, gestão de cadáveres, entre outros.

A formação será dirigida pelos médicos cubanos e alguns especialistas angolanos.

Os enfermeiros serão fixados no Hospital David Bernardino, unidade sanitária de referência para o internamento e tratamento de possíveis casos positivos nesta região.
Material de biossegurança

As Cáritas de Angola, organização da Igreja Católica, procederam a doação de duas mil máscaras e igual número de barras de sabão azul nas localidades de Txamba, Txinguvo, Calumbia e Cambiza, município de Chitato.

De acordo com o coordenador da campanha, Joaquim Mupi, foram igualmente distribuídas cartilhas com informações sobre as medidas de prevenção, prevendo-se acções do género em outras localidades.

Solidariedade

O primeiro secretário provincial do MPLA na Lunda Norte, Ernesto Muangala, reiterou o apelo à população para a obediência e respeito as  medidas de prevenção e combate a propagação do novo coronavírus.

O responsável fez este apelo durante a reunião ordinária da Comissão Executiva do partido, aconselhando as cidadãos a permanecerem em casas, ao uso obrigatório das máscaras, a lavagem regular das mãos com água e sabão, bem como cuidarem das pessoas vulneráveis no seio familiar.

Destacou a necessidade de a sociedade civil e os empresários reforçarem as acções solidárias neste período, ajudando o governo a apoiar as famílias vulneráveis.
A Lunda Norte tem actualmente 61 pessoas em quarentena obrigatória,   sendo 43 domiciliar e 18 institucional.

Angop

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