Covid-19: África ultrapassa barreira dos seis mil mortos

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De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de infectados passou de 216.446 para 225.105, isto é, mais 8.659 pessoas doentes.

O número de recuperados subiu nas últimas 24 horas para 102.846, mais 5.778 que na sexta-feira.

A África Austral tornou-se hoje a região com mais casos no continente, superando o Norte de África, ao registar 65.278 casos de infecção pelo novo coronavírus e 1.383 mortos.

A maioria dos casos desta região concentra-se na África do Sul, o país com os números mais elevados em todo o continente africano: 61.927 infectados e 1.354 mortos.

O Norte de África continua a liderar quanto ao número de mortes (2.514), contabilizando 63.552 infecções.

A África Ocidental regista 914 mortos e 48.504 infecções, a África Oriental tem 763 vítimas mortais e 25.144 casos, enquanto na África Central há 466 mortos em 22.627 infecções.

O Egito é o país com mais mortos (1.422) em 41.303 infeções, seguindo-se a África do Sul e depois a Argélia, com 751 vítimas mortais e 10.698 infectados.

Entre os países africanos lusófonos, a Guiné-Bissau é o que tem mais infecções e mortes, com 1.460 casos, registando 15 vítimas mortais.

Cabo Verde tem 697 infeções e seis mortos e São Tomé e Príncipe contabiliza 650 casos e 12 mortos, segundo as autoridades locais.

Moçambique conta 509 doentes infestados e dois mortos e Angola tem 130 casos confirmados de covid-19 e cinco mortos.

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há mais de uma semana 1.306 casos e 12 mortos, segundo o África CDC.

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro, e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infecção, em 28 de fevereiro.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 423 mil mortos e infectou mais de 7,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo o balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Fonte: NM/BA

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