Cimenfort vai reenquadrar trabalhadores

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GERENTE INDUSTRIAL DA CIMENFORT, EVILMAR NAVES
Foto: Rosário Mirante (Angop)

Noventa e quatro trabalhadores nacionais que haviam sido despedidos em 2019 pela fábrica de cimento “Cimenfort”, localizada no município da Catumbela, na província de Benguela, devido à conjuntura económica, serão readmitidos paulatinamente a médio prazo, anunciou o gerente industrial da unidade, Evilmar Naves.
Segundo o responsável, que falava à margem de uma visita efectuada à fábrica pelo novo administrador municipal da Catumbela, Fernando Belo, a medida surge em consequência do programa de desenvolvimento da referida unidade fabril.
Com efeito, Evilmar Naves informou que, no âmbito do processo de modernização e ampliação da Cimenfort, novos equipamentos, provenientes da Europa, vão começar a ser montados entre os meses de Setembro e Outubro do corrente, o que vai permitir o aumento da capacidade de produção e, consequentemente, da mão-de-obra.
“Vamos montar novos fornos, britadeiras, redutores, refrigeradores, ventiladores, transportadores, silos de clinquer e moinhos”, elucidou.
Por seu turno, o administrador municipal da Catumbela, Fernando Belo, que constatou o funcionamento da empresa, aplaudiu essa decisão, considerando a fábrica uma parceira social activa na circunscrição, que tem apoiado várias iniciativas, com destaque para campanhas de limpeza da urbe.
A Cimenfort é uma das maiores fábricas de cimento do país, com uma produção actual de 400 mil toneladas/ano. A sua localização é estratégica e privilegiada, pois permite atender às maiores regiões consumidoras de Angola de forma competitiva.
Foi concebida seguindo os mais modernos padrões internacionais, visando garantir o maior rendimento dos equipamentos e, ao mesmo tempo, uma maior preocupação com o controlo da poluição e consumo energético.
O cimento é produzido a partir do calcário e argila e é utilizado em construções de diversos portes. Para viabilizar a sua produção, na Cimenfort, as minas de calcário e o parque industrial estão lado a lado.

Fonte: Angop

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