Britânicos despedem-se do duque de Edimburgo pela televisão

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Espera-se que decorra de uma forma recatada, sem enchentes, o funeral do príncipe Filipe que decorre esta tarde, no castelo de Windsor, devido à pandemia de Covid-19.

A família real pediu às pessoas que fiquem em casa, como medida de proteção sanitária e porque as regras assim o obrigam. A cerimónia, parte dela pelo menos, será transmitida pelos meios de comunicação social de todo o mundo.

A pandemia de coronavírus forçou à revisões dos planos, há muito preparados e ensaiados pelo próprio Duque de Edimburgo para o seu funeral. Previam-se 800 convidados, mas as diretrizes governamentais limitam a apenas 30.

Uma britânica, Barbara Lee, residente em Windsor, lamentava que as cerimónias fúnebres tenham de decorrer desta forma, dizendo que “é muito triste” porque a “Grã-Bretanha é fantástica a fazer as coisas com pompa e circunstância”. Muito triste, esclarecia, porque não poderão “assistir todos”. Por outro, acrescentava, “penso que é muito bom porque vai ser mais íntimo, apenas para a família”.

Serão poucos os convidados mas serão centenas os militares, homens e mulheres, da Marinha, do Exército, da Força Aérea Real que participarão no cortejo fúnebre, com o caixão do marido de Isabel II a será transportado para a Capela de São Jorge no castelo de Windsor, num Land Rover que ele próprio adaptou para este momento.

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