Atraso das obras condiciona construção de biblioteca

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A terceira fase, cujo arranque está previsto para este ano tão logo haja disponibilidade financeira, contemplará a construção de complexos de laser, campos de jogos, refeitório e outros elementos adicionais.   
A informação foi avançada terça-feira à Angop pela coordenadora de Gestão da instituição, Carmen dos Santos, tendo salientado que a abertura de uma biblioteca facilitará o processo de aquisição de toda informação adicional dos conteúdos académicos e de pesquisa.
“Não se faz universidade ou Academia sem que haja um espaço de tratamento de informação: a biblioteca, onde os estudantes e os docentes poderão encontrar todo um conjunto de acervo que vai dos livros e outros elementos que podem de forma sistemática ajudar a compreender determinados conteúdos ou pesquisas”, disse a coordenadora.
Lamentou igualmente a falta de um refeitório para atender os 1.00 estudantes e 250 professores que diariamente passam o seu tempo na instituição, devido a distância da cidade capital.
A instituição possui igualmente um lar, para 120 estudantes, que não funciona, devido a falta de um muro de vedação e a autorização da cobrança de alguns valores para suportar as despesas alimentares e outros elementos que fazem parte deste lar, como material de higiene, roupas de cama e outros utensílios.
A APCM conta com três unidades orgânicas. A faculdade de pescas tem três cursos ( navegação, administração e gestão das pescas e mecânica naval), a faculdade de exploração dos recursos aquáticos (aquicultura e recurso marinhos),  enquanto a faculdade de processamento de pescado, tem o curso de tecnologia e organização de processamento do pescado.
Este será o quarto ano ano lectivo desde a sua inauguração , em 2017, que está praticamente destinado para as aulas práticas dos estudantes dos diferentes cursos, prevendo-se no final do ano serrem apresentados os primeiros licenciados.

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