Angola ressente baixa da economia mundial

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O país vai ressentir, a curto prazo, o abrandamento do crescimento da economia mundial e das trocas comerciais internacionais de forma imediata, devido a pandemia do Coronavírus (Covid-19), que o mundo enfrenta, afirmou este sábado, em Luanda, o ministro da Economia e Planeamento, Sérgio Santos.

O governante, que falava à imprensa, à margem de um encontro de trabalho entre ministros, governos provinciais e responsáveis de vários departamentos ministeriais, justificou a sua afirmação pelo facto de Angola depender maioritariamente das exportações do petróleo, produto que está a sofrer constantes baixas no preço devido ao Covid-19.

Na ocasião, o ministro afirmou que o país também terá dificuldades económicas resultantes dessa pandemia, por ser uma doença mundial que assola todas as economias do mundo.

“Não podemos deixar de olhar para essa realidade como uma grande ameaça para os programas do Governo angolano. Para isso, temos que preparar uma resposta bem adequada para fazer face a essa ameaça”, sublinhou.

Referiu que o impacto do Covid-19 na economia “não será somente um problema isolado de Angola, mas de escala mundial.

Perante essa realidade, avançou, Angola precisa de concentrar as suas atenções nas potencialidades internas, apoiando os produtores nacionais para substituir grande parte dos produtos importados.

Segundo o ministro, o país tem potencialidades que possibilitam aumentar a produção nacional e deixar de importar maior parte dos produtos.

Quanto ao encontro, que juntou ministros e governadores provinciais, Sérgio Santos deu nota positiva, por permitir ajustar a forma como deve ser implementado o Programa de Apoio ao Crédito (PAC).

O encontro, realizado na sede do Governo Provincial de Luanda, foi orientado pelo ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião, a ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, e o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Frederico Cardoso.

Fonte: ANGOP/BA

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