Ambulâncias têm combustível

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A crise de combustível que ocorre na província de Luanda não está a prejudicar, no município de Icolo e Bengo, a transferência de doentes entre unidades sanitárias públicas, garantiu, ontem, a chefe da Direcção Municipal da Saúde, Alexandrina Fernandes.

A responsável, que falava ao Jornal de Angola por telefone, disse que o Hospital Municipal de Icolo e Bengo, localizado em Catete, dispõe de 10 ambulâncias totalmente medicalizadas e com combustível.

“Nenhuma ambulância está fora de serviço”, garantiu Alexandrina Fernandes, que disse terem as ambulâncias, sempre, prioridade nos postos de combustíveis do município de Icolo e Bengo, mesmo quando há escassez de derivados do petróleo.

“As bombas no nosso município nunca ficam sem reserva de combustíveis por causa das emergências médicas”, adiantou Alexandrina Fernandes.

A responsável pelo sector da Saúde em Icolo e Bengo garantiu ainda que os quatro centros médicos e os 25 postos de saúde do município têm, cada um, geradores que, embora tenham combustível, não são utilizados, há já algum tempo, por não haver falha no abastecimento de energia eléctrica da rede pública.

“Como nunca mais tivemos falha de energia eléctrica, os geradores de cada unidade hospitalar ainda têm combustível, que pode aguentar até que o abastecimento volte à normalidade em Luanda”, admitiu Alexandrina Fernandes.

A chefe da direcção municipal da Saúde deu ênfase ao facto de, no município de Icolo e Bengo, as filas nos postos de combustíveis, neste período de crise, não serem “muito longas”, ao contrário do que se vê na cidade de Luanda.

Também abordado pelo Jornal de Angola, foi o responsável pelo sector da Saúde no município de Cacuaco, João Chicoa, que disse não estar a crise de combustível também a afectar os estabelecimentos de saúde da circunscrição.

De acordo com João Chicoa, o Hospital Municipal de Cacuaco, os centros e postos médicos estão a funcionar sem quaisquer constrangimentos. As cinco ambulâncias ao serviço das unidades sanitárias do município de Cacuaco estão todas em actividade por “não haver problemas quanto ao abastecimento de combustível”, salientou João Chicoa, que disse estar o sector da Saúde em Cacuaco a “sentir pouco” a escassez de combustível em Luanda por haver um reservatório no Hospital Municipal de Cacuaco.

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