Trump diz que começou a “luta pela liberdade” na Venezuela

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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, congratulou-se hoje com os “grandes protestos” que ocorreram na Venezuela contra o Presidente Nicolás Maduro, referindo que começou a “luta pela liberdade” no país.

“Grandes protestos hoje na Venezuela contra Maduro, a luta pela liberdade começou”, escreveu Trump na sua conta da rede social Twitter.

O Presidente dos Estados Unidos também informou que falou com o líder da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, que foi reconhecido pelos norte-americanos como o Presidente interino da Venezuela.

“Hoje falei com o Presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, para o felicitar pela sua histórica chegada à Presidência, e reforçar o forte apoio dos Estados Unidos à luta da Venezuela para recuperar a sua democracia”, acrescentou numa outra mensagem na mesa rede social.

De acordo com um comunicado da porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, Guaidó agradeceu a Trump pelo “compromisso dos Estados Unidos com a liberdade e a prosperidade na Venezuela e na região e destacou a importância dos grandes protestos em toda a Venezuela contra o antigo ditador Maduro”.

Ambos “concordaram em manter uma comunicação regular para apoiar o regresso da Venezuela à estabilidade e para reconstruir o relacionamento bilateral entre os Estados Unidos e a Venezuela”, conclui o documento.

Os venezuelanos voltaram hoje aos protestos exigindo a abertura de um canal humanitário de ajuda ao país, para apoiar o autoproclamado Presidente interino, Juan Guaidó, e enviar uma mensagem às Forças Armadas de que é precisa uma mudança.

Ao contrário do que tem acontecido até agora, que os venezuelanos marchavam até um ponto de concentração, não houve grandes aglomerados, sendo visíveis em diversos pontos grupos de pessoas que responderam ao apelo de Guaidó para, durante o horário de almoço (das 12h00 às 14h00) se concentrarem nos passeios das ruas.

Os protestos de hoje fazem parte dos preparativos para uma grande manifestação que a oposição convocou para sábado, em todo o país, mas principalmente na capital, em apoio à União Europeia e ao ultimato dos líderes europeus para a convocação de novas eleições presidenciais no país.

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