TAAG ordena inquérito ao voo de 7 de Outubro

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O Conselho de Administração da TAAG anunciou, ontem, em comunicado, ter ordenado a instauração imediata de um rigoroso inquérito para apurar as causas que estiveram na base do embarque, no dia 7 deste mês, de Luanda para São Tomé, de sete passageiros com testagem positiva à Covid-19.

No documento, a companhia aérea angolana considera grave esta infracção às normas sanitárias e de controlo epidemiológico na aviação civil, prometendo apurar responsabilidades e prevenir futuras recorrências.

“O respeito às normas sanitárias e de controlo epidemiológico, a nível da aviação civil, é uma tarefa multidisciplinar que impõe o cumprimento das normas emanadas pela Autoridade Sanitária Nacional e pela Autoridade Nacional da Aviação Civil, em estreita concordância com as recomendações da IATA e ICAO”, refere o documento.

Outrossim, a TAAG comunica que a situação está actualmente sob controlo, reiterando que no actual contexto de abertura gradual das ligações aéreas, domésticas e internacionais, o passageiro é obrigado a apresentar testes à Covid-19, com resultado negativo, antes do embarque.

A TAAG reafirma, por outro lado, o compromisso de garantir viagens seguras, prometendo trabalhar em estreita coordenação com as autoridades competentes nacionais e internacionais para que isso seja cumprido. A TAAG realizou no passado dia 7, quarta-feira, um voo humanitário de repatriamento, no percurso Luanda/São Tomé/Luanda, de cidadãos são- tomenses para o seu país e de cidadãos nacionais de regresso a Angola, onde se encontravam retidos desde o início das medidas de restrição de ligações aéreas regulares impostas pela pandemia da Covid-19.

Fonte: JA

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