Sonangol aposta em centro de investigação científico

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A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) tem em agenda, para 2021, o início da construção de um centro de investigação científico e inovação.

Edifício da Sonangol
A estrutura surge no âmbito do programa de reestruturação da petrolífera nacional, no quadro da aprovação e implantação da nova macroestrutura da empresa, à luz de dois Decretos Presidenciais que estabelecem as bases gerais e estratégicas para a criação de um Centro de Investigação e Tecnologia.

De acordo com a Sonangol, em comunicado a que a Angop teve acesso, o referido centro vai

identificar projectos estratégicos para a organização, no âmbito do desenvolvimento do conhecimento.

A construção tem início previsto para 2021 e termo em 2022, num espaço físico que albergará várias outras instituições de ensino superior, de formação profissional e incubadoras de empresas, como parte de um Pólo de Investigação Científica e Tecnológica.

O referido pólo a ser criado é uma iniciativa do Ministério dos Recursos Naturais e Petróleos (MIREMPET) em parceria com a Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG) e operadoras multinacionais, como a norueguesa Equinor.

O referido Centro de Investigação Científica é Inovação (CIITIP) a ser construído, faseadamente, nas proximidades do Instituto Nacional de Petróleos e do Instituto Superior de Petróleos, na cidade do Sumbe, província do Cuanza Sul, actuará como órgão assessor, consultivo e de carácter permanente, para monitorar, avaliar e decidir sobre actividades de investigação e inovação, assim como aferir as condições existentes e os recursos disponibilizados, de forma a garantir a excelência em termos de produtividade.

A instituição prevê perseguir, igualmente, o incentivo ao desenvolvimento científico, tecnológico e a sustentabilidade da Sonangol e do sector petrolífero nacional.

A sua actuação estará alinhada à potencialização da cadeia de valor da Sonangol e do sector, sobretudo a necessidade de exploração, desenvolvimento, produção, refinação e petroquímica, energia renovável e desenvolvimento sustentável.

Fonte: Angop/LD

 

 

 

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