Sharon Stone recorda fase difícil. “Foram brutalmente indelicados”

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A vida de Sharon Stone nem sempre foi cheia de altos e há quase 20 anos viveu uma experiência que vai ficar para sempre marcada. Como já tinha revelado, sofreu uma hemorragia cerebral e teve uma “experiência de quase morte”.

Um momento difícil que aconteceu em 2001 e que, agora com 61 anos, voltou a recordar, lembrando que foi tratada de uma forma “brutalmente indelicada” por várias pessoas. Uma fase que levou sete anos para conseguir recuperar totalmente.
“A minha mãe sofreu um derrame cerebral. A minha avó também. Eu sofri um derrame cerebral”, começou por dizer a atriz, revelando logo de seguida: “As pessoas trataram-me de uma maneira brutalmente indelicada”.
A artista sente que há muitas pessoas que não entendem “o quão perigoso é um derrame nas mulheres e que é preciso recuperar”. “Demorei cerca de sete anos”, partilhou.
Na altura viveu momentos difíceis também por causa da separação de Phil Bronstein e conta que a juíza que, em 2004, tomou conta do caso em relação à custódia do filho – Roan, que agora tem 19 anos – foi uma das pessoas que a trataram de forma “indelicada”.
Recuperar o trabalho também não foi tarefa fácil, mas só tem a agradecer à LVMH, empresa de Bernard Arnault, por lhe ter dado uma oportunidade. No entanto, não deixa de lamentar que “perdeu tudo o que tinha”. “Perdi o meu lugar [em relação à profissão], eu era a estrela de cinema mais sensual. Era como a princesa Diana e era tão famosa – ela morreu e eu tive um derrame. E nós fomos esquecidas”, desabafou.
Por causa de quase ter morrido por não ter procurado ajuda logo de imediato, Sharon hoje incentiva outras mulheres a procurarem ajuda “se tiverem uma dor de cabeça muito forte”. Em conversa com a revista Variety no início da semana, no evento da  Women’s Brain Health Initiative, a artista disse: “Se tiveres uma dor de cabeça muito forte, tens de ir ao hospital. Só fui ao hospital passado três ou quatro dias de ter sofrido o derrame. A maioria das pessoas morrem. Eu tinha 1% de hipóteses de sobreviver na altura que fiz a cirurgia”.

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