Protestos atiram para o desemprego funcionários queixosos

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Na semana em que por todo o mundo se comemorou o Dia do Trabalhador, assinalado a 1 de Maio, a edição em papel do Novo Jornal dedica um dossier informativo aos conflitos entre empregados e empregadores. Sindicalistas admitem uma maior abertura na liberdade de reivindicação, mas denunciam a permanência de «métodos antigos» que avolumam os casos de conflitos que tramitem em tribunal. CGSILA segue cerca de 300 processos judiciais que colocam frente-a-frente trabalhadores «reivindicadores» e empresas «intolerantes».

Cerca de 300 processos que tramitam em tribunal estão ligados a conflitos que opõem trabalhadores a empregadores, estando no cerne das quezilas o recurso à reivindicação, informa, em exclusivo ao NJ, o secretário-geral da Central Geral de Sindicatos Independentes e Livres de Angola (CGSILA).

Francisco Jacinto observa que o número se refere, entretanto, apenas à província de Luanda, sublinhando que os casos de conflitos laborais por reivindicação por parte dos trabalhadores são “ainda maiores” em todo o país.

“Importa referir que este número se refere somente a Luanda e diz respeito ao período até final de 2018. Estamos, agora, a cadastrar os casos deste ano. Como é óbvio, se contarmos com os novos casos e com o processo em todo o país, o número de trabalhadores que foram mandados para o desemprego por reivindicarem melhores condições laborais é ainda maior”, estima o responsável.

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