O Príncipe Harry deixou, ao princípio da tarde deste sábado, Luanda, no termo da visita de trabalho de 72 horas a Angola, no quadro do seu apoio às acções de desminagem.

No Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o segundo filho da Princesa Diana recebeu cumprimentos de despedida da ministra de Estado para Área Social, Carolina Cerqueira, e do governador de Luanda, Luther Rescova.

Recebeu, igualmente, cumprimentos da embaixadora britânica em Angola, Jessica Hand, e do embaixador de Angola no Reino Unido, Rui Mangueira, entre outras entidades.

Neste último dia da visita, o Príncipe Harry foi recebido pelo Presidente da República, João Lourenço, e, na sequência, manteve um encontro com a primeira-dama da República, Ana Dias Lourenço, no quadro do projecto “Nascer livre para brilhar”.

Henry Charles Albert David iniciou a sua visita a Angola quinta-feira (dia 26), no município do Dirico, província do Cuando Cubango, onde, depois de ter pernoitado, se inteirou do processo de desminagem.

Ainda nesta localidade do sul de Angola, o membro da Casa Real britânica procedeu a detonação de uma mina anti-pessoal, manteve contacto com a população, de quem aferiu o grau de satisfação pelas áreas já desminadas.

Na tarde de sexta-feira, deslocou-se à província do Huambo, uma das regiões mais minadas durante o conflito armado, terminado em 2002, onde foi informado sobre o andamento do processo e da acção das autoridades angolanas e parceiros internacionais no apoio à recuperação das vítimas de minas.

Ainda no Huambo, o Príncipe Harry testemunhou a reinauguração do Centro de Medicina e Reabilitação Física local, denominado “Princesa Diana”, em homenagem à sua mãe, falecida a 31 de Agosto de 1997, em paris (França).

O centro construído em 1979, numa parceria entre a Cruz Vermelha de Angola e a congénere internacional, passará a atender diariamente, em média, 200 pacientes em diferentes especialidades, contra os 25 anteriores.

O Duque de Sussex já tinha estado em Angola para um projecto pessoal no domínio da desminagem, em 2013, seguindo os passos da “Princesa do Povo”, sua mãe.

Fonte: ANGOP/BA

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