País reduz evacuação de doentes para o exterior do país

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O país está a criar condições para melhorar cada vez mais a assistência médica e minimizar a evacuação de doentes no exterior, afirmou quarta-feira, em Luanda, o ministro da saúde, Luís Gomes Sambo.

Em conferência de imprensa sobre a situação sanitária em Angola, frisou que os investimentos que têm sido feito na área da saúde são suficientes para reduzir-se a 50 por cento o número de evacuados.

Acrescentou que Angola tem hospitais de referência a nível das províncias que prestam cuidados de qualidades à população, comparadas a algumas unidades hospitalares da região africana.

“Acho que o nosso país não tem de se queixar muito em relação a média africana, porque até penso que em termos de infra-estruturas, equipamentos e número de pessoal temos uma rede bastante sólida”, afirmou.

De acordo com o responsável, pode-se fazer melhor se haver mais disciplina, mais exigência e mais cuidado na gestão dos recursos, para se obter bons resultados, sendo o primeiro passo para melhorar o desempenho a nível das unidades de saúde, enquanto o governo procura pôr meios de reforço dos recursos ao sector.

Reconheceu a falta de capacidade para tratar todo tipo de casos no país, o que leva alguns doentes a encontrar tratamento ou melhoria no exterior do país.

Sublinhou que o governo tem subvencionado a evacuação de doentes para o exterior do país, normalmente para Portugal e África do sul, pois que a pressão é muito grande para o Ministério da Saúde.

Esta pressão, disse, é mais moral do que técnica, porque o número de doentes que pedem para ser evacuados, talvez apenas 50 por cento precisam de sair do país.

Fonte: ANGOP/BA

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