O que realmente acontece ao nosso corpo quando comemos muita carne?

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O impacto do consumo regular de carne vai muito além do peso. Esta proteína de origem animal traz vários benefícios para a saúde – como o ferro, por exemplo -, mas tem também um lado bastante negro e que cada vez tem preocupado mais a ciência.

E esse lado deve-se a dois fatores que tendem a andar lado a lado: a má qualidade da carne que se produz nos dias de hoje e a quantidade elevada com que é consumida, fazendo, em muitos casos, parte da alimentação diária de várias famílias.

Mas, o que é que acontece mesmo ao corpo quando se come muita carne? Em primeiro lugar, explica o site Bustle, corre-se um sério risco de desidratação, como concluiu um estudo da Universidade de Connectitcut, que defende que as dietas ricas em proteína levam a uma maior produção de urina concentrada, algo que tem ainda impacto nos níveis de energia, dando a sensação constante de cansaço. Mas além da desidratação, o aumento de urina leva ainda a uma perda considerável de cálcio, deixando a saúde óssea mais fraca.

O cheiro que o corpo tem naturalmente pode também ficar mais intenso e desagradável à boleia do consumo elevado de carne, que tende ainda a causar mau hálito e a dar origem a episódios de obstipação, uma vez que o consumo de fibra acaba por ficar aquém quando se dá destaque à carne. Mas não só: “as bactérias dos nossos intestinos têm um efeito profundo na nossa saúde e aquilo que comemos é importante para termos a certeza que as bactérias boas estão em maior quantidade do que as bactérias más”, diz o médico Jaime Gnau, destacando que, para tal acontecer, é preciso dar destaque aos hidratos de carbono complexo e reduzir o consumo de carne.

Como explica à publicação o médico Jenn LaVardera, a dor de cabeça é também uma consequência comum e direta do consumo elevado de carne. Um outro efeito ‘secundário’ é o aumento de risco de problemas de visão, algo que se torna ainda mais grave quando a carne consumida é maioritariamente carne vermelha, responsável pela degeneração macular.

Fonte: Lifestyle ao minuto/BA

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