Mulheres deviam congelar ovários, não os óvulos

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Muitas mulheres que pretendem adiar a sua fertilidade optam por congelar alguns dos seus óvulos quando ainda estão numa fase fértil, para depois os voltar a implantar e realizar um fertilização in vitro. Um novo estudo sugere que há uma opção que é mais eficaz: congelar tecido dos ovários.

O processo, que está disponível nos Estados Unidos, na Bélgica e na Dinamarca, permite às mulheres ‘guardar’ tecido ovariano durante a juventude, quando são mais férteis, para o voltar a implantar anos mais tarde. No Reino Unido só está disponível por razões médicas, como em casos de cancro.

O estudo realizado pelo New York College descobriu que mais de um terço da mulheres que congelou tecido ovariano (38%) conseguiu ter um bebé.

Como reporta o Daily Mail, os especialistas destacam que enquanto as mulheres que congelaram os óvulos e já entraram na menopausa precisam de terapias de substituição hormonal para conseguir engravidar com os próprios óvulos, as que congelaram o tecido ovariano conseguem ‘atrasar o relógio’, revertendo a menopausa e engravidando de forma natural sem precisar de tratamentos de fertilidade.

Isto acontece porque o tecido ovariano congelado contém óvulos imaturos, que depois crescem e tornam-se em óvulos maduros restabelecendo o ciclo mensal e as libertações de estrogénio na mulher quando volta a ser implantado na mulher. Isto pode permitir à mulher engravidar de forma natural.

Fonte: Lifestyle ao minuto/BA

 

 

 

 

 

 

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