Jornalismo investigativo ajuda programas do Executivo

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O jornalismo investigativo é uma ferramenta necessária para apoiar os esforços e programas do Executivo de consolidação da democracia, combate à corrupção e transparência dos actos governativos.

Essas declarações foram feitas quinta-feira, à imprensa, em Luanda, pela secretária de Imprensa, Cultura e Educação da Embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) em Angola, Deneyse Kirkpatrick, na cerimónia de encerramento do seminário sobre “Jornalismo investigativo na Era Digital”.

Disse que o jornalismo de investigação torna as instituições mais democráticas, ajuda a promover as boas práticas administrativas, monitora as acções dos governantes, entre outros ganhos para o país.

Por essas razões, ressaltou, a Embaixada dos EUA em Angola vai continuar a realizar formações do género, para dotar os profissionais da comunicação social com mais conhecimento sobre o jornalismo investigativo.

Afirmou que os EUA continuam cada vez mais comprometidos em reforçar a cooperação com Angola, por ser seu parceiro estratégico em várias áreas de actuação, em benefício dos povos dos dois países.

Disse que o jornalismo investigativo requer verificação profunda dos factos, uma vez que nos últimos anos essa profissão tem vivido transformações e as pessoas buscam na mídia a forma mais rápida de actualizarem-se.

“Por isso, os jornalistas hoje estão condenados a repensar a notícia e a debater a qualidade de informação que tem impacto directo na audiência e obre a credibilidade do seu órgão”, frisou.

Por seu lado, o secretário-geral do Sindicato de Jornalistas Angolano (SJA), Teixeira Cândido, reconheceu que cursos de géneros ajudam os profissionais da classe a prestarem melhor serviço público.

Salientou que Angola vai ter, a partir de 2020, eleições autárquicas que serão desafios aos profissionais da comunicação social, por terem a missão de elucidar os eleitores sobre os programas e perfis dos candidatos, por isso formação do género ajudam a capacitar os jornalistas no sentido de realizarem trabalhos de qualidade.

Durante quatro dias, 25 jornalistas de diversos órgãos públicos e privados participaram do encontro promovido pela Embaixada dos EUA em parceria com o SJA e a Organização Não Governamental (ONG) IREX.

Nos últimos 10 meses, a Embaixada dos EUA realizou inúmeras acções formativas das quais participaram mais de 100 jornalistas e igual número de estudantes do curso de Comunicação Social das províncias de Cabinda, Benguela, Bengo, Cuanza Sul, Huambo, Luanda, Lunda Norte, Lunda Sul, Namibe, Malanje, Moxico, Zaire e Uíge.

TPA com ANGOP/BA

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