Intel quer comprar Broadcom, que quer comprar Qualcomm

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A Broadcom está a lançar operações de compra hostil sobre a Qualcomm. Agora, a Intel pode estar com receio do consórcio que se formará caso a compra avance e pretende mesmo comprar a empresa que resulte da junção da Broadcom com a Qualcomm.
A Broadcom já lançou ofertas de aquisição hostis sobre a Qualcomm, mas a empresa rejeitou os 121 mil milhões de dólares propostos em fevereiro, bem como os 130 mil milhões avançados em novembro do ano passado. Agora, a Intel pode entrar no barulho, com uma possível aquisição do par, caso a compra se concretize. No entanto, alguns especialistas ouvidos pelo The Wall Street Journal confirmam que se trata de uma operação muito complexa e que pode não chegar a realizar-se.

A Intel recusou comentar o rumor e disse estar focada nas aquisições importantes feitas nos últimos 30 meses, como a Mobileye e a Altera. Por seu lado, a Broadcom também recustou comentar o tema.

Sabe-se que a Qualcomm já pediu a intervenção das autoridades dos EUA no sentido de se investigar se a compra por parte da Broadcom não representa nenhum risco em termos de haver uma empresa estrangeira a controlar uma empresa americana.

A Intel pode estar interessada em reforçar-se nos chips móveis, uma vez que a sua principal área de atuação, os chips para PC, está em quebra.

Fonte: Exame Informática / EB

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Sobre o autor

Eliseu Augusto Botelho é jornalista da Televisão Pública de Angola desde Dezembro e 1999. Foi editor do 1º Jornal e do Jornal Nacional, ambos na TPA2 e Coordenador do Jornal da Tarde e co-coordenador do Telejornal, ambos na TPA1. Já foi chefe de redacção do Centro de Produção da TPA em Caxito-Bengo. Actualmente exerce a função de jornalista na Direcção de Multimédia da TPA, cuja tarefa é gerir os conteúdos publicados nas várias páginas do facebook da estação e no seu site oficial. Tem o curso médio de Jornalismo do IMEL e várias formações em Angola e Portugal com professroes, Angolanos, Brasileiros e Portugueses. É licenciado em Relações Internacionais, pelo Instituto Superior de Relações Internacionais, afecto ao Ministério das Relações Exteriores da República de Angola.

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