Huambo aposta no museu etnográfico

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A pretensão foi anunciada pelo director do gabinete da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos, Jeremias Chissanga, quando anunciou, para breve, o arranque de obras de reabilitação e requalificação do museu.

A reabilitação, adiantou, sem precisar o prazo de execução das obras e valor financeiro, vai ser acompanhada por técnicos da direcção nacional dos museus, preparados para criar as condições para elevação do museu à categoria regional.

Jeremias Chissanga deu a conhecer ainda que o Museu Etnográfico do Huambo, que abriu as portas ao público em 1957, foi criado pela então Câmara Municipal de Nova Lisboa, com o intuito de recolher dados sobre os costumes do Planalto Central.

A intenção, assegurou, é tornar o museu num espaço capaz de conservar, melhor, as peças ligadas à história das províncias do Bié, Benguela, Cuanza Sul e Huíla, dado o carácter regional com que foi construído. Actualmente, confirmou, o museu possui, apenas, 984 peças diversas, cifra indesejada para ser classificado como regional, porém está optimista quanto ao aumento deste acervo.

O director espera que as obras possam acelerar a aprovação de um diploma legal que confere autonomia ao museu.

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