Fármacos incinerados em Luanda

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O director-geral do Inadec, Diógenes de Oliveira, declarou depois, indagado pelo Jornal de Angola, que os medicamentos inutilizados provinham de uma única farmácia e constituíam-se em xaropes, injectáveis e comprimidos, com predominância para os anti-palúdicos e analgésicos.

Contactado pela nossa reportagem, Alcino Soares, um representante da rede, declarou que os fármacos estavam vencidos há quatro meses, o que se tornou possível por o mercado ter deixado de os absorver, embora tenham estado disponíveis em grande quantidade na rede. Alcino Soares afirmou que apesar de cogitada, a doação não foi possível por alguns desses medicamentos já não serem prescritos.

Na semana passada, declara a nota, o Inadec realizou acções de fiscalização em 74 estabelecimentos comerciais, detectando 20 infracções. Em resultado, foram realizadas duas apreensões e emitidas 60 notificações.

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