Exames mostram alterações no cérebro de funcionários de embaixada dos EUA

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Ainda não se sabe a origem, nem o impacto total do fenómeno. Mas ressonâncias magnéticas mostram que houve alterações a nível cerebral em 21 antigos funcionários da embaixada dos Estados Unidos em Havana, Cuba.

O caso surgiu em 2016, após uma reaproximação promovida no tempo de Barack Obama. Com a chegada de Donald Trump à Casa Branca, o tom diplomático mudou. E a administração Trump, como recorda a Reuters, chegou mesmo a caracterizar a situação como um “ataque sónico”.

Em causa estão 21 funcionários que apresentaram um leque de sintomas variados em comum, como náuseas, perdas de equilíbrio, tonturas, problemas de memória, zumbido nos ouvidos, entre outras queixas.

A maioria dos funcionários já tinha sido retirada em 2017 de Cuba. Entretanto, foi divulgado um estudo envolvendo estes funcionários, que foram alvo de ressonâncias magnéticas, posteriormente foram comparadas com as de voluntários saudáveis.

As diferenças entre os cérebros de funcionários e voluntários nos testes são claras, como explica à Reuters uma das investigadoras, Ragini Verma, professora de radiologia na universidade de Penn.

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