Ex-agente da CIA: “Se não fosse Trump, estaria esta noite numa prisão”

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Sabrina de Sousa diz ter sido abandonada por Barack Obama.

A ex-agente da CIA detida em Portugal, Sabrina de Sousa, agradeceu à administração de Donald Trump a intervenção no seu caso, o que a salvou de ser extraditada para Itália, onde seria presa.

As palavras de Sabrina lêem-se num comunicado a que a Fox News faz referência, onde a mesma diz que “se não fosse Trump, estaria a passar a noite numa prisão em Itália”. Sabrina de Sousa, de 60 anos, acusa ainda Obama de a ter “abandonado”.

“Tive um mandado de prisão emitido contra mim durante 11 longos anos. (…) Posso finalmente descansar com a certeza de que não há nenhum mandado pendurado sobre a minha cabeça”, afirmou.

A ex-espia acrescentou ainda: “Em apenas seis semanas, a administração Trump deu-me mais esperança e apoio do que aquele que recebi nos últimos oito anos da administração Obama ou da CIA. Cheguei a temer o país que eu escolhi servir de boa fé”.

A ex-agente nascida em Goa, na Índia, com dupla nacionalidade (norte-americana e portuguesa), foi condenada à revelia, em Itália, a cinco anos de prisão por envolvimento no rapto do egípcio e radical islâmico Abu Omar, ocorrido em 2003, em Milão.

Sabrina foi detida em Portugal em fevereiro para ser extraditada para Itália. Não chegou a ser e viu entretanto a pena reduzida para três anos, na sequência de um perdão parcial do presidente Italiano, evitando assim a prisão. O indulto presidencial permite-lhe pedir a suspensão condicional da pena e da consequente extradição.

Fonte: Notícias ao minuto/BA

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