Encerrado projecto de prevenção e controlo da malária “Eye Kutoloka”

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O projecto de prevenção e controlo da malária ? Eye Kutoloka? que teve a duração de cinco anos, financiando pela organização não-governamental Agência para o Desenvolvimento Internacional (USAID) foi, hoje, quinta-feira, encerrada em Luanda.

Em declarações à imprensa, o vice coordenador do Programa Nacional do Controlo da Malária Rafael Dimbu, disse que a parceria com a USAID melhorou na capacidade dos técnicos em gerir no manuseamento do diagnóstico clínico, no controlo de qualidade das actividades exercidas, e no tratamento da mulher grávida.

Fez saber que com a parceria que teve a duração de cinco anos conseguiram alcançar as metas preconizadas.

Assegurou que o programa da malária existe há vinte anos e tem como objectivo acabar com a doença, ou no mínimo, reduzir a um nível baixo que não constitua problemas à saúde pública.

Rafael Dimbu recordou que em 2003 o país registou vinte mil óbitos resultantes da malária, mas em 2015 reduziu para sete mil.

Informou que neste momento o principal foco da organização é a prevenção da malária e que vai ser combatida com a distribuição de dez milhões de mosquiteiros até 2018 em todo o país.

Por outro lado, o director da USAID em Angola, Derrick Brown, salientou que vão continuar a trabalhar com o Programa Nacional de Controlo da Malária e parceiros do sector privado como a fundação Exxon Mobil, para maximizar os sucessos do projecto “ Eye Kutoloka”..

O projecto de controlo da malária teve o inicio em 2012 e contou com o investimento de 34 milhões de dólares cedidos pela Fundação Exxon Mobil e teve como objectivo a melhoria da capacidade dos técnicos de saúde a nível provincial e municipal, visando a expansão e a melhoria da qualidade dos serviços de saúde.

Contou ainda com a colaboração das direcções províncias e municipais da saúde de Benguela, Huambo, Huila, Cuanza Sul, Malanje, Uige e Zaire, onde foram feitas distribuição de mais de 1,4 milhões de mosquiteiros tratados com insecticidas, produziu e distribuiu milhares de manuais de formação laboratorial, bem como formou vários enfermeiros e técnicos de laboratório no tratamento adequado dos pacientes com malária.

Fonte: Angop/BA

 

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