Eis o que NÃO deve fazer quando se senta na sanita de um WC público

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Por vezes ter que utilizar uma casa-de-banho pública pode parecer quase como se estivesse a jogar roleta russa. Tanto o WC pode estar completamente higienizado, como também pode parecer que entrou no sétimo circulo do inferno.

Sobretudo, neste último caso o mais provável é que tente manter-se em posição de agachamento ou que coloque papel higiénico na sanita.

Todavia, nem todas as notícias são más, a verdade é que apanhar algo – tal como uma doença sexualmente transmissível – de uma casa-de-banho pública é bastante raro.

Ainda assim, em declarações ao Mirror Online, a médica Preethi Daniel revelou que esta é de facto uma das questões mais comuns que lhe colocam.

“Para contrair essas doenças os germes teriam que ser diretamente transferidos do assento da sanita para o trato genital, ou através de uma ferida aberta localizada nas pernas ou nas nádegas”, revela Daniel.

“Por outras palavras: há uma probabilidade maior de ser atingido por um raio”.

As únicas doenças que corre o risco de contrair de um assento de um WC público são a E-coli ou salmonela.

E surpreendentemente, a médica revela que as técnicas mais populares que as pessoas utilizam por medo de contaminação podem estar de facto a fazer mais mal do que bem…

Ao tentar agachar ou colocar papel higiénico no assento – ou basicamente ao recorrer a qualquer técnica para evitar entrar em contacto com a superfície – pode propiciar o aparecimento de uma infeção urinária.

“Todos esses esforços e a pressa de querer sair do cubículo podem dar origem a uma infeção urinária”, explica.

“Ao não esvaziar a bexiga por completo, por estar apressado ou agachado, está a expor o corpo a bactérias potencialmente prejudiciais para o organismo”.

Para a médica Preethi Daniel o único conselho que realmente é importante dar e seguir é no final lavar sempre as mãos ou usar desinfetante anti-bacteriano.

Fonte: N. Minutos/LD

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Sobre o autor

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Eliseu Augusto Botelho é jornalista da Televisão Pública de Angola desde Dezembro e 1999. Foi editor do 1º Jornal e do Jornal Nacional, ambos na TPA2 e Coordenador do Jornal da Tarde e co-coordenador do Telejornal, ambos na TPA1. Já foi chefe de redacção do Centro de Produção da TPA em Caxito-Bengo. Actualmente exerce a função de jornalista na Direcção de Multimédia da TPA, cuja tarefa é gerir os conteúdos publicados nas várias páginas do facebook da estação e no seu site oficial. Tem o curso médio de Jornalismo do IMEL e várias formações em Angola e Portugal com professroes, Angolanos, Brasileiros e Portugueses. É licenciado em Relações Internacionais, pelo Instituto Superior de Relações Internacionais, afecto ao Ministério das Relações Exteriores da República de Angola.

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