Conclusão das obras da estufa-fria inscrita nas despesas de 2020

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A conclusão das obras de requalificação da estufa-fria da cidade do Huambo, iniciadas em Outubro de 2012, foi inscrita, este ano, no progama de despesas de apoio ao desenvolvimento de 2020.

A confirmação é do director em exercício do gabinete do Ambiente, Gestão de Resíduos e Serviços Comunitários da província do Huambo, Darci Morguier, em declarações hoje, quinta-feira, à ANGOP.

Informou que em caso de aprovação do projecto, no próximo ano os trabalhos consistirão no apetrechamento da casa ecológica 2, colocação do sistema de iluminação pública, jardinagem, montagem de equipamentos urbanos (cadeiras e mesas) e de um parque infantil.

Darci Morguier disse, entretanto, que a conclusão definitiva da obra dependerá, sobretudo, da disponibilidade financeira, admitindo, porém, que a intenção das autoridades é que o projecto de requalificação não demore muito tempo.

Sobre a terceira fase das obras, que decorreu de Agosto de 2015 até finais de 2018, afirmou ter permitido pavimentar pequenos arruamentos internos para transeuntes, abrir os acessos, colocar tubos de encaminhamento de águas e montar alguns equipamentos urbanos.

Com uma área estimada em 43 hectares, a estufa-fria existe desde 1907 a 1909, tendo sido criada como granja agrícola para experimentação de plantas florestais e alimentares, além de servir de reeducação dos presos, tendo dado origem, alguns anos depois, ao surgimento da estação experimental do Sacahála e do Instituto de Investigação Agronómica, na Chianga.

Considerada um dos postais da cidade do Huambo, a sua requalificação, que inclui a lagoa, visa tornar o local mais atraente para as pessoas que se deslocam ao local em busca de tranquilidade, lazer e contemplar a natureza.

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