Combate ao tabagismo é imperioso – académico

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O académico Faustino Bala Francisco considerou nesta quarta-feira, em Luanda, o tabagismo como um problema de saúde pública que deve merecer a atenção de todos para o seu combate.

Em declarações à Angop, a propósito ao Dia Mundial sem Tabaco, a assinalar-se a 31 de Maio, o responsável referiu que infelizmente o país  ainda não possui uma estatística do número de fumadores, mas que está a ser feito um trabalho para se saber o quadro actual desta problemática.

Frisou que, de acordo com alguns dados, as idades que mais consomem o tabaco está entre os 14 e 50 anos.

Acrescentou que o tabaco além de fazer mal à saúde traz consequências ambientais, por isso deve-se trabalhar para se evitar que aumente o número de fumadores no país, quer sejam activos ou passivos.

Faustino Francisco, professor da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto, referiu que entre as províncias, estima-se que Luanda possui maior número de fumadores, devido a maior concentração populacional.

Mostrou-se preocupado com a falta de espaços apropriados para fumadores e pediu a quem de direito a trabalhar para a sua resolução.

Considerou que o controlo do tabaco protege as gerações presentes e futuras de uma série de consequências.

Esclareceu que estas consequências podem ser de cariz social, ambiental e económico.

Fonte: Angop/BA

 

 

 

 

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