China garante contínuo apoio no combate a malária

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O governo da China vai continuar a apoiar Angola no combate à malária garantiu hoje, quarta-feira, à imprensa, em Luanda, o Conselheiro Político da embaixada chinesa no país, Li Bin, quando fazia a entrega de uma doação de bens para a prevenção da doença, avaliada em 30 mil dólares, à Fundação Lwini.

Durante a cerimónia, foram entregues 400 mosquiteiros, 210 lâmpadas para matar mosquitos e medicamentos diversos recebidos pela curadora Ana Edith Monteiro.

O diplomata fez saber que os medicamentos doados eram de uso do pessoal da embaixada, mas graças as boas condições de saúde de Luanda, não são mais necessários, pelo que decidiram encaminhar para autoridades angolanas.

Considerou que apesar de ser um gesto simbólico, demonstra a disponibilidade da China em continuar a colaborar com os países africanos, com destaque para Angola.

Nesta senda, fez saber que a China tem mandado quatro equipas médicas ao hospital geral de Luanda, tendo a última chegada a semana passada e vai iniciar o atendimento ao público brevemente.

Li Bin é de opinião que os esforços do governo angolano e de organizações sociais, como a Fundação Lwini, será possível erradicar a malária num futuro muito breve.

Referiu que a malária é um mal que está a ameaçar toda a humanidade, tendo na China feito muitas vítimas algumas dezenas de anos, onde a taxa era de 1 porcento, mas que através de vários esforços conseguiram baixar para 0,01 porcento actuais.

Acrescentou que a experiência da China mostra que apesar da malária ser uma ameaça grave a saúde pública, é uma doença curável  e prevenível, facto que os leva a colaborar com países africanos, visando a erradicação dessa patologia responsável por ceifar muitas vidas todos os anos.

Lembrou que a área da saúde é uma das previstas de colaboração entre Angola e China, resultado da cimeira China-África realizada em final de 2015 na África do Sul, sendo neste âmbito que o seu país tem ajudado os países africanos a combater epidemias, a par do que aconteceu com a febre-amarela em 2016.

Por sua vez, a chefe de sector do Gabinete de projectos da Fundação Lwini, Patrícia Ceita, agradeceu o gesto que representa um acto de solidariedade do governo chinês com o povo angolano.

Fez saber que os bens serão entregues as pessoas mais necessitadas, depois de identificadas em parceria com o Ministério da Saúde.

Fonte: ANGOP/BA

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