Caso Cafunfo: agentes da PN demitidos por profanação de cadáver

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Dois efectivos da Policia Nacional foram demitidos da corporação por práticas de profanação de cadáver e ofensas corporais contra elementos do auto-denominado “Movimento Protectorado Lunda Tchokwe”, durante a rebelião armada, ocorrida na madrugada de 30 de Janeiro do ano em curso.

Trata-se do inspector-chefe Eduardo Sachissapa Bongo Tomé e do agente Jonilto Meninho Txijica, ambos do Comando Provincial da Policia Nacional na Lunda Norte, segundo um despacho do Comandante-Geral da corporação, Paulo de Almeida, a que a ANGOP teve hoje (domingo) acesso.

Na madrugada de 30 de Janeiro, o país foi surpreendido com um acto de rebelião armada na vila de Cafunfo, província da Lunda Norte, Leste do país. A acção foi protagonizada por um grupo de cidadãos nacionais e estrangeiros que atacaram uma esquadra policial.

No confronto com a Policia Nacional, seis pessoas pertencentes ao auto-denominado “Movimento Protectorado Lunda Tchokwe” morreram e outras nove ficaram feridas. Foram detidos 19 cidadãos.

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