Beira tenta reerguer-se antes do “ataque” das doenças

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O número de cidadãos portugueses ainda por contactar foi revisto esta terça-feira de 30 para apenas sete, mas no geral há ainda muita gente incontactável.

O balanço de vítimas oficial indica mais de 760 mortos, juntando também o Zimbabué e o Malawi. Só em Moçambique são 447 mortos.

Estima-se, porém, que a tragédia se venha a agravar quando as águas baixarem na região e também com a ameaça de doenças como a cólera ou a malária já a pairar sobre as áreas afetadas.

A ajuda não para de chegar a Moçambique, mas ainda em quantidade insuficiente. As Nações Unidas reviram para 281 milhões de dólares o financiamento necessário só para os próximos três meses de ajuda.

O secretário-geral António Guterres fala em mais de 1,8 milhão pessoas a precisar de assistência e apelou à comunidade internacional para reforçar o financiamento no combate àquela que descreveu como uma das maiores tragédias ambientais jamais ocorridas em África.

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