Artes cénicas apontadas como meio para diversificação económica

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As artes cénicas constituem também um dos meios de diversificação da economia nacional, partindo do pressuposto de que geram o auto-emprego e o exercício de uma acção profissional que gera receitas e desenvolvimento socioeconómico.

Essa posição foi defendida pelo economista Domingos Eduardo, em declarações à Angop, no final da exibição da peça teatral O Noivo da Zua, pelo grupo Makamba TPA, do Centro de Produção de Malanje da Televisão Púiblica de Angola.

O economista avançou que as artes cénicas quando desenvolvidas com profissionalismo e criatividade, aliada à formação científica, constitui um importante meio que contribui na construção de mercados de capitais financeiros, embora em poucos valores monetários.

A encenação abre portas para uma grande fonte de rendimento face a realidade económica que o país vive, pois são voltadas para o teatro, poesia, dança, música e outras práticas que geram recursos, para além de que educam e incutem elevados padrões de moral e civismo nas pessoas.

Domingos Eduardo defende o exercício das artes cénicas com respeito e superação, sobretudo no que tange a realização de sonhos, contribuindo assim não só para o profissionalismo e o auto-emprego, mas também para a solidificação da economia das famílias, e consequentemente das sociedades.

Apelou para a  criação de mais grupos teatrais, por forma a facilitar a expansão das artes cénicas, bem como os citadinos a continuar a aderir em massa ao teatro.

A província de Malanje conta com mais de 6 grupos teatrais.

Fonte: ANGOP/BA

 

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