Apple mandou prender 12 colaboradores por revelarem segredos da empresa

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A tecnológica de Cupertino tem uma política que não diz respeito apenas a colaboradores. Também diz respeito a parceiros e a fornecedores.

A Apple é bem conhecida por manter projetos em desenvolvimento em segredo, evitando que sejam publicados ou libertados detalhes que os revelem antecipadamente. Não é por acaso que a tecnológica de Cupertino consegue manter projetos em segredo, com a Bloomberg a publicar um memorando da empresa que revela alguns dos castigos que a Apple aplica a quem revela segredos da empresa.

De acordo com este documento, no último ano a Apple apanhou 29 pessoas a revelar segredos da empresa, sendo que 12 deles foram presos. “[Quem revela segredos da empresa] simplesmente perde os seus trabalhos na Apple. Em alguns casos, recebem sentenças de prisão e enormes multas por invasão de rede e roubo de segredos do negócio, ambos classificados como crimes federais”, pode ler-se no memorando.

Estes castigos não dizem apenas respeito a colaboradores da ‘Empresa da Maçã’ mas também a parceiros e fornecedores. É ainda dado o aviso aos colaboradores que repórteres e membros dos media podem tentar tornar-se seus amigos, um ato que deve ser visto como uma manipulação e não de interesse genuíno.

Fonte: NM / EB

Sobre o autor

Eliseu Augusto Botelho é jornalista da Televisão Pública de Angola desde Dezembro e 1999. Foi editor do 1º Jornal e do Jornal Nacional, ambos na TPA2 e Coordenador do Jornal da Tarde e co-coordenador do Telejornal, ambos na TPA1. Já foi chefe de redacção do Centro de Produção da TPA em Caxito-Bengo. Actualmente exerce a função de jornalista na Direcção de Multimédia da TPA, cuja tarefa é gerir os conteúdos publicados nas várias páginas do facebook da estação e no seu site oficial. Tem o curso médio de Jornalismo do IMEL e várias formações em Angola e Portugal com professroes, Angolanos, Brasileiros e Portugueses. É licenciado em Relações Internacionais, pelo Instituto Superior de Relações Internacionais, afecto ao Ministério das Relações Exteriores da República de Angola.

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