Ana Maria de Oliveira garante novo “Kauyka” no FestiKongo

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O acto de lançamento de “Kauyka”, agora em kikongo, insere-se nas festividades do FestiKongo, que começa amanhã e decorre até domingo, nas cidades de Mbanza Kongo e Soyo, assim como saúda os 20 anos desde a publicação do primeiro título, “Nasceu a Kauyka”.
Ana Maria de Oliveira, que segue hoje a Mbanza Kongo, numa delegação ministerial chefiada pela ministra da Cultura, Maria da Piedade de Jesus, considerou a colecção, com cinco títulos, essencial para a divulgação e valorização das línguas nacionais.
“As línguas nacionais têm uma grande importância, como factor de identidade e cultura de um povo” afirmou. Até ao momento, acrescentou, a colecção foi editada nas línguas kimbundu, umbundu, kikongo, cokwe, ngangela e oshi-kwanyama. No prelo, estão ainda as edições em kuvale, nyaneka e ibinda.
A colecção “Kauyka” surgiu, inicialmente, em língua portuguesa, com os títulos “Nasceu a Kauyka”, “Kauyka já Engatinha”, “Kauyka dá os Primeiros Passos”, “Kauyka tem um Irmão” e “Kauyka vai à Escola”, no intuito de educar a sociedade sobre os cuidados a ter com as crianças.
O maior objectivo do projecto “Kauyka”, disse a autora, é permitir o acesso das crianças às leituras complementares, em línguas nacionais, dada a sua inserção no sistema regular de ensino e a facilitação de falantes dessas línguas.
Ana Maria de Oliveira é uma das escritoras angolanas que se dedica à literatura infantil, privilegiando as primeiras idades de leitura. Além de escritora, é educadora social e antropóloga. Natural de Luanda, licenciou-se na Universidade Nova de Lisboa e é doutoranda na Universidade de Western Cape, África do Sul.
Actualmente, Ana Maria de Oliveira dedica a maior parte da sua investigação a temas ligados aos costumes e práticas das comunidades culturais angolanas e é autora de vários trabalhos de pesquisa antropológica e etno-histórica, ligados a autoridades tradicionais em Angola.

O acto de lançamento de “Kauyka”, agora em kikongo, insere-se nas festividades do FestiKongo, que começa amanhã e decorre até domingo, nas cidades de Mbanza Kongo e Soyo, assim como saúda os 20 anos desde a publicação do primeiro título, “Nasceu a Kauyka”.
Ana Maria de Oliveira, que segue hoje a Mbanza Kongo, numa delegação ministerial chefiada pela ministra da Cultura, Maria da Piedade de Jesus, considerou a colecção, com cinco títulos, essencial para a divulgação e valorização das línguas nacionais.
“As línguas nacionais têm uma grande importância, como factor de identidade e cultura de um povo” afirmou. Até ao momento, acrescentou, a colecção foi editada nas línguas kimbundu, umbundu, kikongo, cokwe, ngangela e oshi-kwanyama. No prelo, estão ainda as edições em kuvale, nyaneka e ibinda.
A colecção “Kauyka” surgiu, inicialmente, em língua portuguesa, com os títulos “Nasceu a Kauyka”, “Kauyka já Engatinha”, “Kauyka dá os Primeiros Passos”, “Kauyka tem um Irmão” e “Kauyka vai à Escola”, no intuito de educar a sociedade sobre os cuidados a ter com as crianças.
O maior objectivo do projecto “Kauyka”, disse a autora, é permitir o acesso das crianças às leituras complementares, em línguas nacionais, dada a sua inserção no sistema regular de ensino e a facilitação de falantes dessas línguas.
Ana Maria de Oliveira é uma das escritoras angolanas que se dedica à literatura infantil, privilegiando as primeiras idades de leitura. Além de escritora, é educadora social e antropóloga. Natural de Luanda, licenciou-se na Universidade Nova de Lisboa e é doutoranda na Universidade de Western Cape, África do Sul.
Actualmente, Ana Maria de Oliveira dedica a maior parte da sua investigação a temas ligados aos costumes e práticas das comunidades culturais angolanas e é autora de vários trabalhos de pesquisa antropológica e etno-histórica, ligados a autoridades tradicionais em Angola.

Fonte:JA/JS

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